Disse que queria fazer a análise depois da 3ª visualização, e esta já se deu, aproveitando também esta "vaga" de respostas vou fazer o meu comentário tardio

Ontem fui ver pela 3ª vez em Imax (embora quisesse ter já ido mais vezes, mas como o meu pai veio cá passar o natal e o ano novo, porque está a viver atualmente em São Paulo, tem que se aproveitar este tempinho

). No entanto já vi o filme mais algumas vezes vá-se saber lá como

, e portanto a coisa já está muito bem digerida, até porque fez ontem 2 semanas que fomos ver o filme

Vou analisar cena a cena, fazendo apartes e abranger os diversos aspetos como os que o Gandalf referiu.Depois vou fazer uma síntese geral de vários aspetos, não só deste filme bem como da trilogia, da obra e da transversalidade com o SdA.
ComentárioDestruição da Cidade do Lago-Posso dizer que foi um excelente momento de cinema, muito dramático, na primeira visualização tocou-me bastante está muito bem conseguido, aqueles primeiros momentos de pura ansiedade com as pessoas a correrem e a evacuar as suas casas e a sombra ameaçadora do dragão seguindo-se uma verdadeira catástrofe, como disse antes algo tipo Titanic, muitos gritos e desespero, o acréscimo da fuga do Master é muito oportuno dá mais dramatismo à coisa, o "the town is lost save the gold!" reflete muito a personalidade da personagem, a fugir com um barco cheio de ouro com desgraçados ao lado a arder

. Os efeitos especiais bem conseguidos, um Smaug espetacular, uma banda sonora ótima como sempre, muito bem "encaixada" na cena tudo resulta num momento espetacular, desta vez o PJ "acertou em cheio". Já a morte do dragão não sei muito bem o que pensar, ou usava o arco ou usava a wind lance, agora uma "mistura das duas

nem sei se aquilo funcionava lá muito bem

, mas é perdoável, não me choca agora que tenho "a coisa digerida", nem me chocou muito da primeira vez, gostei do diálogo, mais monólogo

, de Smaug. Quanto à duração da cena eu acho que está boa, nem mais nem menos e acho que fica bem no 3º filme, tornando-o puramente no culminar da estória. Posso dizer das melhores cenas da trilogia, que atingiu, no meu ponto de vista, um dos grandes objetivos da 7ª arte: mexer com a audiência

O "acampamento de refugiados" é só a continuação da "tragédia", Bard torna-se líder do povo, e claro a aquele maldito romance,que é tão estúpido que doí

, nunca PJ pecou tanto na vida
Na Montanha- O Reino de Erebor muito bem conseguido, está mesmo muito bem a meu ver

. Mal aparece Thorin percebemos que já está qualquer coisa mal só pelo andar,é mensagem da loucura dele é passada com sucesso, a ânsia de encontrar a Arkenstone, que já estava há algum tempo com Bilbo.
O plano do inimigo Entretanto aparece a marchado exército orc em direção à montanha também está muito bem, a disciplina orc, e o incentivo de Azog põe a sua fala “Homens, elfos, anões, a montanha será o seu túmulo!” ao lado da “A era do homem terminou, o tempo do orc chegou.” Gosto de ver os orcs equipados mas aquilo é um excesso aquela é uma hoste formada em Dol Guldur em relativamente pouco tempo, não uma hoste equipada pelas incontáveis forjas de Mordor ao longo de anos, tenho no entanto que dizer que gostei bastante daquele capacete gênero legionário do”sargento” orc

. Azog manda Bolg a Gundabad, bem Bolg em si já é um aspeto negativo, para além de estar muito mal conseguido era escusado haverem 2 líderes orcs e ele acaba, como já foi dito por ser o vilão secundário, para o herói secundário (Legolas). A hoste de Gundabad não me choca minimamente no meio de todos "aqueles disparates" e depois sempre resulta no plano de batalha, que os orcs também têm no livro, de atacar pelo Norte. Gundabad têm um ar muito próprio, que eu gosto sinceramente, no entanto podia ser melhor, Legolas e Tauriel chegam lá como se fosse eu a ir à padaria, aquela conversa da treta gastar tempo no: aíihhh o reino de Angmar, a minha mãe isto a minha mãe aquilo,um verdeiro desperdício de tempo
Dol Guldur-Aqui começa a desilusão,nas cenas anteriores não tinha criado expetativas por isso não houve nada que me desiludisse muito, e até me pareceram (como podem ver) boas. Desiludido porquê: porque esperava um Saruman todo poderoso, tal como nos foi feito querer pelo trailer e por aquele clip, que me fez ficar em pulgas. O que é que acontece, temos uma Galadriel, toda poderosa e um Saruman a olhar com cara de assustado, como uma criancinha que olha para o papão. Isto desiludiu me francamente, porque era a chance de ver o meu personagem preferido realmente em ação.
E também devido a alguns aspetos negativos:
-os nâzgul poderiam estar melhores, penso que não estão lá grande coisa a nível dos efeitos digitais, parecem como o Gandalf disse saídos de um jogo. Gosto da ideia das armaduras, mas não gostei muito delas, talvez ficassem mesmo melhor como na IdA,ou no 1º filme, esse estava realmente bem conseguido com aquele tom mais saturado.
-aquela "intimidade" toda entre Gandalf e Galadriel é um bocado excessiva, aquele "come with me, my lady"não se percebe.
-Galadriel deitada no chão com um ar débil, depois de Radagast aparecer do nada para levar o Gandalf, sem se mexer, sendo que não lutou com ninguém não se percebe

. Talvez tivesse a reunir forças

, mas não me parece

-Depois a luta com Sauron, Galadriel supera claramente Sauron, Saruman e Gandalf. O que é errado e perde-se uma excelente oportunidade de uma cena verdadeiramente espetacular de luta de poderes. Elrond e Gandalf também têm anéis mas não parecem ter poder nenhum enquanto ao que parece o de Galadriel é juntamente com ela indestrutível. Mais uma vez voltasse à questão de Saruman, pareceu muito fraco, os seus poderes foram menosprezados, ele é o número um dos Istari, chefe do Conselho Branco, um dos mais poderosos maias da Terra Média, pode-se dizer mais poderoso que Gandalf, embora não muito ( sendo também que este têm um dos anéis élficos, que lhe dão sempre algum poder). Também acho que nos livros ele é de certa forma diminuído, pois ele representa algo de que Tolkien não gosta nada: a ânsia de poder, ganância.
Resumindo os poderes de Galadriel estão exagerados, e os dos outros membros do conselho diminuídos Esta luta deveria ter sido mais equilibrada e deveria durar mais tempo, Sauron devia dar mais luta e os membros do concelho mostrarem o que valem.
Esta cena, não digo mal conseguida, mas poderia ter sido muito mais. O que podiam ter feito?
-Corrigir, o que são para mim erros/aspetos negativos (como disse acima) os nâzgul, a intimidade entre Galadriel e Gandalf.
-Dol Guldur podia ter uma guarnição, e o conselho poderia levar uma pequena força de elfos para a combater enquanto tratava de Sauron e dos espetros do anel, o que tinha de ser muito bem estudado para não tirar protagonismo à batalha que se segue e tê-la em conta. Uma coisa pequena, com poucos shots

-Uma batalha de poderes em que Sauron dá resposta, com os poderosos membros do conselho a mostrarem o que realmente valem. Uma luta que ficasse na história do cinema com maior duração

Embora tudo isto impossível não gostar realmente da cena, é sempre entusiasmante ver a entrada de Elrond e Saruman a sua luta contra os espetros do anel, e o aparecimento repentino e espetacular de Sauron. E como o resto acabei por digerir e é certamente uma das minhas cenas favoritas,embora a desilusão inicial. Quanto aos efeitos digitais e banda sonora estão, tirando dos nâzgul, fantásticos

. Gostei da pressa que Saruman teve a "repor a sua dignidade" e assumir a figura de chefe do conselho, espero sinceramente vê-lo na EE, com o "leave Sauron to me" onde certamente começará a sua corrupção. As atuações são como de costume magnificas, Christopher Lee demonstra mais uma vez o homem genial que é, entra no set de bengala mas faz uma representação magnifica, merece todo o reconhecimento e respeito, que seja recordado no futuro como o grande ator que é.
Na Montanha(continuação)-Thorin continua com a sua loucura, a Arkenstone tem todo aquele valor mas depois de começar a batalha já ninguém se lembra dela

A importância da Arkenstone não é algo que me faça "comichão" (penso que no filme fica bem até, é a "joia do rei", o símbolo do seu poder) e o seu poder para corromper, que ao contrário do anel só corrompe Thorin que estava a ser corrompido pelo tesouro, e a Arkenstone é "o vértice" do tesouro, não é puramente maléfica e não é ela que emana "o mal"que se abate sobre Thorin,pois este cresce sozinho dentro dele. A meu ver toda esta parte do filme está muito bem, gosto muito da cena em que Thorin apanha Bilbo com algo na mão, para além de nos relembrar que Thorin é no fundo uma boa pessoa, continua a demonstrar os excelente atores que são ambos. Martin Freeman é o Bilbo prefeito que nos transmite lindamente o desconforto todo em relação aquela situação, Richard Armitage também tem um desempenho fantástico, e este é um dos momentos em que brilha simplesmente

.
Encastelamento de nuvens-Thranduil a meter-se no assunto por um simples punhado de gemas (inventadas), sempre melhor do que para ir reclamar algo a que não tem claramente direito

Até aqui continua tudo bem sem queixas a fazer, muitas das coisas estão iguais ou muito parecidas ao livro o que é uma mais valia. Thranduil um idiota chapado que vai ao cabeleireiro todos os dias

. Os anões a armarem-se nos arsenais de Erebor foi um dos momentos altos

, estava fantástico, naquela altura tudo indicava que o filme sempre atingiria as expetativas. Outra grande cena entre Bilbo e Thorin quando este entrega a cota de mithril. A banda sonora a fazer-se valer

. E no final saem anões completamente blindados , com armaduras verdadeiramente fantásticas

(estou ansioso por ter nas mão as art chronicles).É de facto pena que não as usem em batalha

.
A cena no portão também está muito bem. Quanto ao exércitos, o exército élfico parece grande demais e o dos anões parece pequeno. O exército do Reino da Floresta ou desaparece uma parte dele no inicio da batalha ou eles são verdadeiramente chacinados, são poucos os elfos que se vê na batalha, só aparecem mesmo no inicio. Equipados tipo Noldor, teoricamente deveriam estar pior equipados, mas esse é o menor do males

.
Os anões estão muito bem porque eles sim devem andar todos blindados ficaram ótimos

. No entanto eu pronto para mais dos anões, onde estão as máquinas de guerra? onde está a cavalaria/bodoaria/porcoaria dos montes de ferro?!

agora que podia fazer alguns disparates que ao menos tornavam tudo mais épico...
Bem mas o melhor que vêm dos Montes de Ferro é o seu líder. A entrada do exército dos montes de ferro é outro momento alto deste filme-a chegada do corvo no momento em que Thorin tem de responder, e a entrada triunfal de Dain no seu porco blindado

E Dain, como dizia, é espetacular, para além do "visual" a personagem e ainda por cima representada por um irlandês dá lhe uma dimensão de verdeiro líder anão, um badass autentico

direitinho no meu top de personagens preferidos
A batalha pela montanhaComeça a batalha e começa o filme verdadeiramente a descambar

E lá aparecem as minhocas escavadoras

Mas porque é que só os trolls não chegam ?!?!?!

Ok a ideia dos exército orc vir debaixo da terra é gira mas ao menos, fosse uma expulsão repentina na montanha, que orcs e trolls com recurso a picaretas e aríetes fogo e o que a sua malicia conseguisse inventar... mas aquilo ! horrível! e para onde é que elas foram desapareceram?! sendo que saíram logo do buraco legiões de orcs.
Azog sobe mais uns quantos para um posto alto monta uma bandeira e uma trompa gigante e ninguém dá por nada

Mas o "avancem meus exércitos!" no idioma negro, com a voz de Azog (pelo qual não tenho grande simpatia) juntamente com o tocar da trompa fica bem
O começo da batalha até nem está mau com aquele pequeno momento de ânsia dos anões a avançar e os elfos estáticos. Os anões a porem-se em posição de combate ficou lindo

com os elfos a saltar por cima deles (as coisas ainda pareciam que iam correr bem)
A batalha que devia ser o grande momento da trilogia, que podia chegar ao nível do SdA, podia ter sido verdadeiramente épica; eu mesmo disse que esperava uma batalha que superasse os Campos de Pelennor foi uma desilusão

Parece que afinal PJ perdeu mesmo o jeito para a coisa, não vou dizer que foi um fiasco mas foi fraquinha, especialmente tendo em conta as expetativas

Faltou muita coisa. PJ que pareceu sempre procurar um momento para grandes feitos desperdiçou-o

Quando podia ter grandes discursos e muita emoção, falhou e sobre tudo faltou a emoção que podíamos ter tido. Não nos fez sentir o calafrio que fez os gritos de "Grond! Grond!" nem da cavalgada dos rohirim (tirando o momento em que os anões saem da montanha,esse foi o ponto alto da batalha). Faltou lhe emoção
O exército de Sauron, e já nem falando das minhocas, estava uma treta

. Com exércitos daqueles Sauron tinha ganho a guerra do anel em 2 semanas! Uruk-hais o que é isso?! devem ser os escravos daqueles "orcs de moria", literalmente, orcs entroncados com 2 metros

nem uruks eram! aquilo eram mais meio-trolls! Melhor armados e equipados que uruks

Tal como o Joao disse, orcs que têm tudo a ver com os "orcs de moria" da IdA

. Depois os trolls, não gostei, para além de só tornarem a batalha mais confusa, alguns deles estão simplesmente estúpidos e não têm piada nenhuma. E aquela trompa fantástica que os orcs montam mas por magia soa uma trompa mas ninguém está lá a tocar

As legiões de orcs ocupam o vale em meio segundo, metendo-se em posição em milésimas de segundo
Quando acabou o filme acho que foi das primeiras coisas que disse logo ao Gandalf foi: " isto devia ter ficado mais 1 mês na Weta para melhorarem muita coisa", como já disseram a batalha teve muitas falhas, parece que fizeram tudo à presa, muita coisa soa a falso. Muitos duplos digitais, movimentos muito "artificiais". Quando temos vislumbres sobre os exércitos as formações mantêm-se muito certinhas mesmo no meio de uma batalha

.
Há muito tempo de "batalha" mas batalha é pouca. Nos Campos de Pellenor a ação centrava-se na batalha e tudo era articulado com os problemas com que os personagens se deparavam, mas tudo estava focado na batalha. Aqui não, está tudo focado no drama das personagens, que olha por acaso estão numa batalha

. É o exemplo perfeito Bard. Perde-se muito tempo com o drama Bard/filhos no meio da batalha, com Alfrid e com os “civis” que aparecem mais que os anões e elfos. A batalha foca-se demasiado em Dale, , e de batalha há pouco temos poucos shots confusos, e background nos dramas pelos quais o Alfrid e Bard têm que passar.Tudo muito confuso, legiões a moverem-se de um lado para o outro, umas para um lado outras para outro não se consegue ter, durante algum tempo, precessão do posicionamento dos exércitos.
A coisa melhora um pouco com a "cura" de Thorin (que é também um momento muito bem conseguido), o "will you follow me one last time?" e saída triunfal dos anões com o "Du Bekar!" de Thorin consegue produzir o calafrio tipo cavalgada dos rohirim

é estes momentos emocionantes que fazem uma grande batalha e o PJ sabia isso antes

Da Companhia vemos pouco, Thorin aparece, monta um bode/cabra (que por acaso estavam algumas com o exército têm é que se reparar bem) e lá vai ele "cortar a cabeça da serpente" . Mais uma maneira diminuir a batalha, que dá nome ao filme

Quão épico podia ser um confronto no meio do campo de batalha, tipo o da batalha de Azanulbizar,depois de ambos infligirem pesadas baixas nos exércitos inimigos. Mas não este novo/velho PJ prefere uma cena de pura ansiedade e nervosismo a um combate épico
Ravenhill vai ser aquele momento do filme que eu vou simplesmente passar à frente, porque é só disparate.Anões a despachar orcs meio goblins terrivelmente mal feitos, depois lá aparece Bilbo. Dwalin vai atrás de Thorin e desaparece a dada altura. Legolas a fazer todo o tipo de coisas impossíveis, aquela luta com Bolg em cima de uma torre que conseguiu fazer cair através de um troll perfeitamente ridículo de forma tão estúpida

ele a correr por cima de pedras a cair como se fossem escadas

para ele não existem leis da física
A morte de Thorin é uma estupidez autentica, bem como a de Kili e Fili.

Fomos de certa forma poupados às lágrimas, podia ter sido "pior".
Aquele momento da Tauriel foi terrível, péssimo aquele diálogo sem sentido, um desperdício de tempo com um diálogo que não faz o minimo dos sentidos

. O drama a envolver Legolas, Tauriel e Thranduil não passaram disso: perda de tempo.
A chegada "das salvadoras do costume" também não foi positivo, o Beorn é promovido a paraquedista e dele vimos 10 segundos

Gostei do arrepio de ouvir aquela musiquinha do "vai encontrar o Aragorn ele só tem 20 anos mas vai ser um grande homem"

PJ podia ter feito algo grandioso mas não. Dos 45 minutos de batalha 20 vão para Ravenhill, 20 vão para os dramas de Dale e Thorin e 5-7 min vão para a batalha propriamente dita que não passa de uma serie de shots confusos e um momento emocionante que durou pouco mais de 2 minutos

. Vamos a ver e a melhor batalha da trilogia é a de Azanulbizar que em 2 minutos ultrapassa estes 45 que dão nome ao filme.
O que podia ser um com um filme com uma batalha épica nas encostas da montanha com legiões de orcs (bem feitos), com wargs e trolls (como deve de ser) a lutarem com um exército de elfos e anões, com cargas da "cavalaria" dos anões, com discursos tipo os do RdR. Com os protagonistas a demonstrarem ser grandes lutadores, dar uma ar de mais desespero antes do aparecimento das águias e Beorn e dar-lhes muito mais protagonismo (no fundo ser mais fiel ao livro

). torná-la numa batalha digna de se colocar ao lado da do Abismo e de Pelennor.
Este PJ perdeu o jeito que tinha. Com os anos caiu nos "excessos da 7ª arte" que mancharam muito estes filmes. A batalha deixou de ser o mais importante e ficou como um aspeto secundário, dando-se importância a outros aspetos que seriam teoricamente secundários, tirando-se tempo ao que realmente interessa. E foi a ai que este filme pecou realmente especialmente na batalha que se torna no seu "ponto fraco". Este filme v é o climax total, do principio ao fim, o resultado do "despertar" do dragão, o resultado das investigações de gandalf/ conselho, da "doença" que cresce em Thorin, e a batalha que é no final de contas o resultado de tudo, cria-se "uma narrativa central" que é teoricamente a mais importante e da qual faz claramente parte a batalha e o seu desenrolar e aqui o grande problema é que as peripécias "secundárias" são demasiado abordados tiram tempo e atenção ao que realmente interessa é o caso do Bard, de Tauriel, Legolas, Thranduil e do Alfrid (como o Tulkas disse, e muito bem, o Jar Jar Binks desta trilogia).
E claro como já foi referido é difícil identificar os exércitos
A viagem de regresso- A despedida não podia deixar de ser emotiva, bem como o fim da trilogia, gostei muito do fim fiel ao livro e os créditos estão fenomenais
