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Fórum Tolkienianos » Os Filmes e Séries » O Hobbit » A Batalha dos Cinco Exércitos » Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS

Autor Tópico: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS  (Lida 3578 vezes)


goncalopalmeira
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Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« em: Dezembro 17, 2014, 12:51:44 am »
Espaço aberto a spoilers  ^_^

Gostei, avaliação positiva no entanto, podia ser melhor, ficou um pouco abaixo das minhas expetativas :closedeyes: 

Ainda é muito cedo para fazer um comentário, porque sai à meia hora do cinema e ainda estou a digerir as coisas ^_^
Estou com um misto de emoções, e só consegui "absorver", quase sofrego por mais, por isso ainda não posso fazer uma análise decente, aquando a segunda visualização quando "cair em mim" e estar mais "lúcido" :P

Ao contrário do ano passado esta primeira visualização põe logo à tona aspetos negativos, ficou abaixo das expectativas.
Lista de reclamações  :XD: :
-Pouca manteiga barrada sobre demasiado pão  :P
-Coisas, literalmente, estúpidas
-Onde é que está a cavalaria/bodaria/porcoaria dos montes de ferro?!?!?!  :ranting:
-O que é que são aquelas minhocas estúpidas?!?!?!  :ranting:
-Porque é que o Saruman em vez de mandar o Sauron a chorar para Mordor, ficou a ver com cara de amedrontado a Galadriel a fazê-lo?!?!?! E PORQUE É QUE NOS FIZERAM PENSAR QUE SERIA AO CONTRÁRIO?!?!?!?  :ranting:
-Efeitos especiais precisavam de ser melhorados  ^_^ , pareceu-me que a ação estava acerada, como se tivéssemos um comando, também notaram ou terá sido o entusiasmo a acelerar o tempo  :wacko:
 
Resumindo, foi bom mas podia ser melhor...
Agora preciso de mais umas visualizações, e não ver o primeiro filme senão podem vir as lágrimas aos olhos :crying:   
E ler o Silmarillion  :rolleyes:
« Última modificação: Dezembro 17, 2014, 12:53:52 am por goncalopalmeira »

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Re: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« Resposta #1 em: Dezembro 17, 2014, 08:45:56 am »
E já agora aqui fica um comentário num jornal mainstream de um autor que me parece ser um verdadeiro tolkieniano

http://observador.pt/2014/12/17/o-hobbit-batalha-dos-cinco-exercitos-o-adeus-terra-media/
Aurë Entuluva -- A sila calë! A willa mornië!

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Mormegil
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Re: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« Resposta #2 em: Dezembro 17, 2014, 09:01:08 am »
E para uma inflacção de orgulho, ouçamos um verdadeiro Tolkieniano... :D Não resisti colocar assim que soube :D

http://vimeo.com/114381543




Gwen
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Re: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« Resposta #3 em: Dezembro 17, 2014, 02:53:46 pm »
O que dizer deste filme? Como explicar este misto de sentimentos que creio é comum à maioria de nós? Que já estou a ansiar pelo momento em que o irei ver de novo, e outra vez, e outra? Que no entanto não me fez sair do cinema como O Senhor dos Anéis fez, em que parecia que os meus pés nem tocavam o chão e que eu estava literalmente nas nuvens? Que me parece que Peter Jackson não fez as melhores escolhas (como fez n'O Senhor dos Anéis) e que a sensação com que fiquei é que deu pouca importância a coisas importantes (que tenho muita esperança estejam na versão extended)  e que essa sim, nos deixará satisfeitos? Porque a sensação que tenho é que aquilo que era importante foi retratado apressadamente, para dar lugar a muito tempo de batalha. Acho que devia ter feito o contrário, em todos os filmes: dar mais destaque ao que era importante, deixando algumas graçolas e tempo de batalha para as extended.

Agora, gostei? Claro que sim!  :clap: Estou com muitas expectativas para a versão extended? Sim, MUITAS.  :w00t2:

ADOREI a cena de Dol-Guldur!!  :bowdown:

Mas há outra coisa que Tolkien, e estes filmes, me ofereceram: vocês, e este espaço lindo, e muitas horas de emoções e encantamento. Hantalë, por mais uma vez, termos partilhado juntos esta magia e o nosso amor pela Terra-Média.  :hug: :placard:

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goncalopalmeira
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Re: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« Resposta #4 em: Dezembro 17, 2014, 06:04:52 pm »
Já fui ver outra vez   :grin: isto cria-se dependência  :P
Desta vez, como já sabia com o que contar, pareceu-me melhor e desfrutei mais da batalha embora não com tão nobre companhia  :bowdown:
No entanto ainda estou muito numa de absorver,quero "digerir" mais a coisa e depois fazer uma análise mais objetiva sem todo este misto de emoção a interferir ^_^

 :gimli_b: Desta vez ainda gostei mais de ver a chegada gloriosa de Dain e depois daquele tom cordial e calmo... "Vocês não se querem pôr na alheta!" como só um anão (ainda por cima irlandês  :P ) pode dizer  :gimli_b:

 

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Re: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« Resposta #5 em: Dezembro 17, 2014, 09:56:42 pm »
Gostei imenso do filme e vê-lo em Imax 3D é uma experiência incrivel!!!    :w00t2:  Como já fui preparada para os disparates do Peter Jackson, desfrutei ao máximo dos bons momentos, mas como já foi dito fico a aguardar por melhores cenas tolkienianas na versão extended!!!

Mas tenho que ver o filme outra vez, pois este primeiro estava literalmente dentro do ecrâ!!!! Agora vendo outra vez, já devo conseguir assentar melhor as ideias!!!!

O que adorei? Toda a cena inicial da queda do dragão, Dol Guldur, todas as cenas com o Bilbo.....tenho que voltar a ver mesmo!!!!!  :w00t:



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Re: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« Resposta #6 em: Dezembro 20, 2014, 01:50:58 pm »
Já fui ver e gostei! Dei um 8 no IMDB :D
Infelizmente o filme tem muitas falhas e incoerências :neutral: Mas vamos lá por partes :P

- Faltou uma introdução! Todos os outros filmes a têm - FotR é a história dos Anéis; TtT é a luta Gandalf/Balrog enquanto caem; RotK é a história de Sméagol; aUJ: a história de Erebor; tDoS: encontro de Gandalf com Thorin em Bree. E fez falta porque entramos logo na destruição da Cidade do Lago e passado 10 minutos Smaug está morto e nunca mais se ouve falar nele ou sequer uma menção. E pronto, é assim que se arruma o assunto.
- A necessidade de uma besta gigante para matar Smaug é ridícula. E à falta de uma improvisa-se não é... :glare:
- O Conselho Branco em Dol Guldur foi bem conseguido! Apesar de não ser o Christopher Lee a fazer aquela cena ninguém deu pela diferença!!! :w00t2: Achei que o confronto Galadriel/Sauron foi bom mas visualmente exagerado. Vê-se que PJ quis fazer uma coisa em grande mas, na minha opinião, ficou um "aparolado" :P Eventualmente a "fuga" de Sauron também é exagerada - algo a "voar" dali para fora até umas montanhas ali ao fundo (que se forem Mordor então eu daqui em Coimbra consigo ver as Astúrias :glare: )
- O "poder" da Arkentsone foi claramente exagerado para encontrarem um paralelismo com o Anel. Parece que tudo na Terra-Média é maléfico ou tem o poder para o ser :( Claro que têm algum efeito - veja-se o Nauglamir, etc - mas não daquela forma (porque só o Anel é que era realmente "maléfico") e usando os mesmos sons que o anel tem no LotR!
- Tal como o Gonçalo: que raio são aqueles bichos-escavadores?... Se existiam então Sauron não podia ter usado para destruir logo Minas Tirith?..... :glare:
- E enquanto ninguém acreditava no exército de orcs temos meia dúzia deles (Azog incluído) que conseguem subir para Ravenhill, montar umas bandeiras e NINGUÉM dá por isso na cidade.......
- Como não aparece nenhuma carga de bodes gigantes depois pergunto-me donde aparecem aqueles 3 ou 4 que Thorin & Friends usam para chegar lá à torre...
- Os elfos da Floresta Tenebrosa foram dizimados na Última Aliança porque tinham um armamento e uma preparação inferior. Mas ali estão eles a brilhar. A diferença é que PJ não fez diferença (desculpem o pleonasmo) entre elfos silvestres de Mirkwood e, por exemplo, os de Rivendell. São todos iguais - só mudam umas roupitas - quando na realidade a diferença é maior e reflecte-se em todos os aspectos.
- Toda aquela rivalidade entre elfos e anões era dispensável. Por causa de umas jóias brancas ditas de Lasgalen (que não é qualquer sítio existente naquela época!!!!!!!). Só empatou e não acrescentou nada à história.
- PJ claramente exagerou nos trolls... Achei piada àquele que tinha umas pedras na cabeça pra romper a muralha mas depois aparece cada um - nomeadamente um que não tem pernas mas sim uma espécie de canadianas embutidas!!! Mais uma vez: se havia aquela variedade toda de trolls porque não foram usados na Guerra do Anel???
- Como sempre a geografia está toda errada. Gandalf põe-se em Erebor num instante?! Legolas e Tauriel vão e voltam Gundabad como quem vai ali à esquina?!?!?! É que é caso para perguntar como raio demorou tanto tempo a Irmandade a chegar ao Sul quando estes viajam quase à velocidade da luz!
- E aquela treta do ataque a Erebor ser estratégia de Sauron para apoiar a recuperação de Angmar é muito forçado. E redunda numa pergunta que os filmes suscitam: se Sauron conseguiu planear aquela operação toda então porque raio demorou tanto tempo a planear a Guerra do Anel???

O filme vê-se bem e tem boa acção. Mas no geral desilude. Levanta perguntas para as quais o LotR não tem respostas. E aí é que está o problema. Para nós é igual mas futuras gerações que vejam Hobbit + LotR irão ver a falta de coerência de algumas coisas.

Em todo o caso, gostei do Thranduil mandar o Legolas procurar o Passo de Gigante :D sobretudo porque naquele momento Aragorn tinha 10 anos!!!!!! :glare: :lol: Mas ainda bem que ele com 10 anos já era conhecido por Strider! :lol: (mas arrepiei-me nessa cena ao ouvir levemente o tema da Irmandade!)

E pronto, resumindo como comecei: 8/10

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Re: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« Resposta #7 em: Dezembro 20, 2014, 10:38:11 pm »
Ora bem vamos lá  :eye_b:
Bem eu não leio O Hobbit há uns anos. Quando saiu o primeiro filme comprei a edição dos 75 anos mas não a li porque não queria ter o livro muito fresco na cabeça. Queria ver a trilogia de cabeça limpa para não ser muito influenciado pelos livros. Gosto de procurar ver os filmes como a sua própria obra.

Dito isto acho que as coisas têm de ser minimamente fieis ao original. A decisão de dividir em 3 filmes O Hobbit revelou-se um monumental tiro no pé. Logo no início temos o problema que se adivinhava quando o 2º filme terminou, o Smaug ira durar nem 10min no 3º filme. De todas as hipóteses que o PJ tinha, esta francamente era a pior de todas. Não se pode fazer o build do momento para o dragão, e ter o climax do 2º filme ser o aparecimento do Smaug, para no fim despachar o assunto como quem não quer a coisa no inicio do 3º filme. Ou ele fazia tudo no 2º, ou então se tivesse feito 2 filmes, todo o arco do Smaug seria a primeira metade do 2º filme.
A “balista” improvisada é ridícula.

A cena do concelho, penso o mesmo que o Eru. Tudo muito exagerado.

A Tauriel continua ali a mais, toda a historia com o Kili é absolutamente inutil. Eu fui ver o filme com pessoal que nunca leu os livros, e no entanto até eles acharam isso, e vieram-me perguntar se no livro também era assim ou se havia mais alguma historia sobre os 2 que nao era mostrada ali. Não ficaram surpreendidos quando disse que nada daquilo existe no livro :P

De onde raio aparecem as cabras com armadura?

Citar
Tal como o Gonçalo: que raio são aqueles bichos-escavadores?... Se existiam então Sauron não podia ter usado para destruir logo Minas Tirith?.....

Fácil, o PJ foi busca-los ao Battle for Middle Earth :P Pessoalmente esperei ver o Paul Atreides a cavalgar uma delas.

No geral senti-me como se tivessem pegado nos ultimos 45-60min de um filme e o tivessem estendido por 2 horas e tal. A certa altura já não era épico, era apenas aborrecido. Preferia ter o Thorin a cair no meio da batalha por exemplo.
Perdeu-se tempo com coisas tão idiotas (com o senhor da fotografia em baixo), e nem sequer foram capazes de mostrar claramente que o Bard se tornou Rei de Dale.
Finalmente sinto que esta criatura é basicamente o Jar Jar Binks desta triologia.


Talvez depois de digerir as coisas que penso não fazerem qualquer sentido, passe a gostar mais deste filme. Gostei do 1º, dei um 8 no IMDB. O 2º tinha umas coisas parvas, gostei menos dei um 7.
Penso que este acabou por ser o mais fraco da triologia, por isso para mim:
6/10

Azaghal
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Re: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« Resposta #8 em: Dezembro 21, 2014, 01:25:54 pm »
Ainda estou a digerir o que penso do filme.

Entrei no cinema com a consciência plena que ia ver algo "parecido" com o que nos é dado a conhecer no livro (não tanto uma adaptação mas uma utilização livre da história).

Também esperei por uma intro (talvez Galadriel, Elrond e Saruman a combinar o ataque a Dol Guldur).

Smaug aparece por pouco tempo e depois de o ver no segundo (o melhor que o filme nos deu) esperava mais.

A "Batalha dos Cinco Exércitos" baralha-me. De repente parece haver 7 ou 8 exércitos, cada um perdido no campo de batalha. Isso é outra coisa que me confundiu bastante. Não consegui perceber a batalha tão bem como a batalha de "helm's deep" ou "minas Tirith". Creio que o PJ consumui alguns dos cogumelos do radagast quando as imaginou.

Radagast é mais um que não faz falta. (A minha irmã gosta muito dos coelhinhos). Tauriel/Kili e tudo o que surge nesse par enjoa-me (principalmente a linguagem).

Não houve "dramatismo" no filme (penso que se Thorin não tivesse morrido junto a bilbo mas sim como aparece no livro, se calhar eu tinha ficado com os olhos húmidos).

Dain é um senhor anão. Despreocupado e com o tipo de humor que eu, pessoalmente, penso que seja o humor dos anões. Gostei.

Mais podia dizer, mas deixo para mais tarde.

Fica só aqui uma pequena nota para a nossa "senhora do Mal" que no intervalo perguntou onde ficava Gundabad, pois não se recordava desse nome nos livros.

No topo do mapa, mais ou menos no centro vemos claramente Mount Gundabad



Eru
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Re: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« Resposta #9 em: Dezembro 22, 2014, 10:57:28 am »
A decisão de dividir em 3 filmes O Hobbit revelou-se um monumental tiro no pé.

Eu acho que a decisão não foi má - o tipo de filmes é que ditou esta "fraca" qualidade! Porque ninguém obrigava a fazer 3 filmes de 3h cada um! Podiam ter sido mais curtos, sem estarem a encher chouriços!

Silmarien
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Re: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« Resposta #10 em: Dezembro 22, 2014, 07:04:15 pm »
Bom... tenho de ir ver isto outra vez... e se calhar os outros dois. Mas no todo eu diria que os meus principais problemas, a título narrativo, são:

- Praticamente não se percebe a motivação do personagem Thranduil, que passa 99% do seu tempo de antena a agir como um idiota de gloriosos cabelos loiros. Depois com aquela fala do Legolas em Gundabad e a última cena entre pai e filho o PJ tenta explicar tudo à pressão com amargura e desgosto pela morte da sua amada, mãe do Legolas. Muito pouco e muito tarde.

- A viagem do Legolas e da Tauriel a Gundabad é uma perda de tempo. Só serve para mostrar cenário.

- A Tauriel tem uma série de aspectos contraditórios. É supostos ser uma grande guerreira mas nas cenas finais fica ali caída à espera de ser salva (é que já nem as princesas da Disney fazem isso). Muito menos sabia fazer a Éowyn e conseguiu derrotar o Rei Bruxo de Angmar  :bowdown:

- É uma "esquisitice" mas enfim: com um "arco" e uma seta daquele tamanho, parece-me que com o impulso do disparo o Bard teria arrancado a cabeça ao rapaz...  :hmm:

- O hobbit acaba por aparecer pouco num filme que tem o seu nome. Um desperdício tendo em conta a brilhante interpretação do Martin Freeman.

- Faltou o funeral do Thorin para dar mesmo uso aos lenços de papel  :crying:

Nos aspectos positivos, gostei muito da confrontação em Dol Goldur, o que não estava à espera. Passados uns dias dei por mim a descrever o Conselho Cinzento a um amigo como "os Vingadores da Terra Média" o que é vagamente sacrílego, eu sei. Depois daquela cena da Dama Galadriel passarei o resto da minha vida a lamentar o facto de não podermos ter a Quenta Silmarillion em filme protagonizado pela Cate Blanchett  :please: Mas conhecendo o PJ, ele não fazia aquilo em menos de meia dúzia de filmes  :lol:
"No tempo de Tar-Elendil o seu primeiro descendente foi uma filha, Silmarien, mãe de Valandil, primeiro dos Senhores de Andunie, no Ocidente da terra, famosos pela sua amizade com os Eldar. Dele descenderam Amandil, o último senhor, e o seu filho Elendil, o Alto."

Daedhel
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Re: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« Resposta #11 em: Dezembro 23, 2014, 01:52:59 am »
Vi ainda há pouco o filme e continuo com a sensação de que dois filmes teriam sido suficientes, com espaço para o funeral de Thorin e a coroação de Dain, e nem me importaria que fizessem logo a de Bard também. Depois sim podiam deixar o Bilbo vir embora. Demasiada acção e ainda assim deixaram muito contexto de fora. Só o Gandalf falou na importância de Erebor para a trilogia seguinte, mas foi uma folha muito solta na minha opinião. Conteúdos para versão expandida?

Se gostei do filme? Não desgostei mas podia ter sido muito mais. Demasiado tempo a bater em orcs, com algumas cenas brilhantes do ponto de vista cénico.

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Re: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« Resposta #12 em: Dezembro 26, 2014, 11:28:22 am »
Fiquei bastante desiludido em relação a este filme. Embora tenha dito na entrevista do Rui Tendinha que gostei muito e que o achava o filme espactacular (para não prejudicar a NOS) há muitas coisas que não compreendo:

Acho que o filme tem muito combate corpo a corpo. Estava à espera de mais muvimentações entre exercitos.
Os elfos são completamente chacinados como se fossem uns nabos. Não disparam uma unica seta. Bem sei que não são Noldor vindos de Valinor e com muito poder, mas se virmos a Tauriel e o Legolas a despacharam dezenas e dezenas de Orcs sozinhos estava à espera de um poico mais dos elfos.
EMbora o exercito dos anões fosse muito pequeno, demais mesmo, o dos elfos tuinha alguma dimensão mas foram uma desilusão.
Os anões arman-se com armaduras e armas fantasticas que estavam nos arsenais de erebor mas quando vão para o combate não levam armaduras nenhumas. Absolutamente ridiculo.
O exercito dos orcs está todo blindado com armaduras. Sabemos que o exercito dos orcs de Mória não eram um exercito de UrukHAi, esse sim cheio de armaduras. Estes orcs eram de Mória e no LotR vemos que são goblins orcs fracos e pequenos. Pode haver alguns da estirpe do Azog mas nada do que aqui vimos.

O combate em DOl-guldur está muito bom, mas uma elfa embora com muito poder, pois viveu em Valinor e teve muitos ensinanmentos de Melian, muito dificilmente poderia ombrear com dois dos mais poderosos Maiar, Saruman e Gandalf. Neste cena ela é mais poderosa. Por outro lado Sabemos dos apendices do RotK que DOl Guldur é atcado por um exercito e que o seu comandante é Lord Celeborn, tenho pena que não tenha surgido.

Estava sinceramente à espera de melhor.

A cena do Dragão está na minha opinião muito boa! Não me choca muito a besta!

Será que vamos ver um dia o Silmarillion?
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Mormegil
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Re: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« Resposta #13 em: Dezembro 30, 2014, 01:58:47 pm »
Bom bom, ora bem...
Mais um filme que prometia tanto e entregou tão pouco. Ou o que entregou, não foi da melhor forma... Quer para um leitor de Tolkien quer para um simples espectador do filme, há tanta coisa baralhada e confusa que acho que muita gente franziu o sobrolho com grande regularidade.

A começar logo pelo título, certamente todos tentaram enumerar os 5 exércitos, mas poucos poderão com certeza enumerar o "5º".... Homens, Anões, Elfos, Orcs e.... águias? outros orcs de Gundabad? Morcegos? Trolls? Cadê os wargs? Eu enquanto espectador e Tolkieniano não fiquei claro quanto à intenção do PJ.

A seguir a narrativa... é demais notória o esticar continuado da história para conseguir colocar em 2 horas e qualquer coisa (desta vez não chegou às 3...) um conteúdo tão ínfimo do livro. E depois no final, não conseguir ligar o pouco que há de forma consistente... Toda a gente certamente se indagou qual o destino da Arkenstone, no meio daquilo tudo... o que lhe aconteceu? E porquê não relatar em poucos minutos o que aconteceu ao povo de Dale e à "ascenção" de Bard? E tantos buracos de continuidade e disparates que são difíceis de responder quando nos perguntam - na qualidade de Tolkienianos - o motivo delas, como:
-as armaduras como o Joao diz,
-as cabras-montesas couraçadas que caíram de pára-quedas,
-as lagartas do Dune que só servem para construção civil e não para combate,
-os anões que parecem saídos do Ataque Dos Clones do Star Wars, todos iguais, mecânicos e sem feições (tirando o magnífico Dáin),
-os Elfos que parecem uns pategos coreografados que caem que nem tordos, mas se forem o Legolas, a Tauriel, o Thandruil ou o Elrond já são autênticos ninjas invencíveis.
-a inversão de Heróis diminuindo o estupendo Hobbit que tinham conseguido em troca de um romance idiota entre anões e elfos, um Thorin com demasiado tempo de olhar vidrado (mas gostei da actuação dele) ou o medricas da aldeia Alfrid, parecido sacado dos Monty Python
-o dito romance palerma que não convenceu ninguém e pejado de péssimos diálogos
-uma Super-Galadriel que por algum motivo é mais poderosa que Saruman, Gandalf, Sauron (novamente na sua forma assustadora de .GIF em auto-repeat) ou Elrond. Talvez porque o Nenya é o super-anel ali presente... NOT!
-erros de geografia desnecessários (Gundabad e Dol Goldur ficam ali ao virar da esquina...)
-uma batalha com aparentemente milhares de intervenientes mas no rescaldo so há meia dúzia de cadáveres no chão.
-"ide procurar o bebé Aragorn"... impossível, mas ficou bonito com a piscadela de olho à música e à outra história, vá.
-orcs enormes e cheios de celulite, monstros de força mas que tombam com uma setinha no ombro... lembram-se do que foi o troll em Moria?
-uma enorme biodiversidade estranha de trolls inéditos.
-um espectacular Smaug que tomba num instante, um enorme trunfo que foi deixado para este filme para criar expectativa, mas depois foi logo tirado, para desânimo.
-um Ferrão que ou muito me engano esteve fundido a maior parte do tempo.
-aquela sensação que já era troçada antes do "as águias resolvem sempre tudo".
-uma companhia de anões que na realidade é Thorin, Fili, Kili, "o tipo careca das armas", "o das barbas", e os outros todos.
-pouco Martin Freeman (acho que já disse, mas acho sempre que o vi pouco)
-uma luta demasiado longa entre Thorin e Azog
-demasiado Legolas, demasiado Thandruil (parece que teve o tempo todo a fazer birras), pouca Tauriel (que até comecei a gostar do personagem no 2º filme mas aqui só aparece para ser a donzela em lágrimas).
-exagero no ouro da Montanha, parece o cofre do Tio Patinhas sem espaço por onde andar.
-música do final... meh
-deixar pontas soltas desnecessariamente ao não referir os destinos de Bard (e de Dale), da Arkenstone, de Dáin e dos Anões em geral que parecem sempre esquecidos enquanto povo.
-Beorn em queda-livre com super-joelhos (e podia ter ido dar uma sapatada ao Azog, ou pelo menos ao Bolg)!
-[ vou ficar por aqui... ]

Gostei de:
- Todas as cenas com Gandalf ou Bilbo, fenomenais os dois !!
- Piscadela de olho ao Bilbo velhote no final!
- Bard, o actor portou-se muito bem
- Thorin, o actor portou-se bem (mas deram-lhe demasiado protagonismo)
- Ver a Galadriel, Elrond e Saruman
- O ar de estratégia perspectivado por Azog na condução de exércitos
- A música
- Smaaaaaaaaaaaaug!
- Ver que o esticão da corda na besta improvisada não decepou o rapaz
- A experiência IMAX 3D
- Créditos finais (com os desenhos)
- Os momentos deus ex machina em que aparecem exércitos novos para mudar rumos na batalha
- A atmosfera "Terra Média" que mesmo vendo os pontapés nas opções por todo o lado não conseguimos deixar de gostar.


E por favor, nada de Silmarillion!
Temo que se tornasse um espectáculo de batalhas para encher tempo dada a ausência de discurso directo no livro, que já vimos que os argumentistas têm alguma dificuldade em encher o chouriço com textos de jeito... felizmente o SdA têm bastante material para isso!

E pronto, fica o meu ranting :D
« Última modificação: Dezembro 30, 2014, 02:01:58 pm por Mormegil »

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Re: Análise/comentário- O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS
« Resposta #14 em: Dezembro 31, 2014, 12:31:33 am »
Bem, tenho adiado o comentário pois ainda tencionava ver uma 2ª vez (ok, 3ª, se contarmos a visualização crua da revisão da legendagem) para assistir calmamente, sem êxtases, e pesar as coisas devidamente. Mas ainda não me apeteceu, e isto já quer dizer alguma coisa.

Vou aproveitar a ocasião para comentar alguns aspectos da trilogia como um todo. Agora que andamos com isto da palavra do ano, se tivesse que usar uma para caracterizar esta trilogia era: desequilíbrio. Para me caracterizar a mim depois de vê-la: perplexo.
No colectivo, já apanharam a maior parte dos aspectos que mais sobressaem, pelo bem ou pelo mal, vou só deter-me nos pontos que me marcaram mais.

Guião
Em geral aceitei bem os acréscimos, não perdoo é as omissões. Destaques:

- Inicialmente torcia um bocado o nariz ao anacronismo de Dol Guldur, mas aprendi a aceitá-lo, teve um propósito e cumpriu-o relativamente bem. Tal como vocês, fiquei igualmente decepcionado com a opção de apresentarem a Galadriel como tão poderosa, não há nada que o justifique. Pressinto que queriam criar um arco qualquer para o que lhe acontece na Irmandade do Anel. Mas se o queriam fazer, quanto muito, até acho que ela devia "ter levado alguma porrada", para que aquela transformação fosse um género duma tentação/perspectivação de vingança contra Sauron. Essa teria sido a minha opção.
- Aceitei bem a Tauriel, uma produção destas tem que pensar não só nos fãs, mas no público em geral. E fazia falta uma persongem feminina com mais tempo em cena do que a Galadriel. A Tauriel é refrescante, está relativamente bem dentro do espírito dos Elfos silvestres, tudo bem. Não sou inteiramente contra o conceito do triângulo amoroso. A Tauriel e esta sua faceta na história só pecam por uma questão de equilíbrio, é "tempo de antena" a mais, diálogos a mais, as últimas falas então: "Porque dói tanto?" e "Se amar é isto, então tira-o de mim", ai mãe...
- O "comic relief" faz sempre falta e não foi mal feito de todo. Talvez o pudessem ter feito mais com os Anões. Usaram o Radagast, foi pertinente, ele era de facto um Istari peculiar. E os coelhinhos também não me chocam. O Alfrid também não está mal, e sempre ajudou na expansão da historia da Cidade do Lago, toda ela bem conseguida aliás. Destaque para o Bard, um sucesso completo.

Do lado mau:
- Não perdoo a falta de encerramento da storyline de Thorin/Arkenstone, principalmente depois de terem "puxado" tanto pela importância dela - a simbologia da vassalagem das outras colónias dos Anões. Como é que não mostram o Thorin no seu túmulo com a Arkenstone nas mãos? Uma imagem tão bem (d)escrita por Tolkien, era só filmar. Possivelmente estará na versão alargada, mas porque não introduzi-la na de cinema? Os espectadores só de cinema mereciam isso e havia bem tempo, o filme até estava curto.

- Algo que me incomodou foi a sobreposição de Azog e Bolg. No 1º filme fiquei aborrecido por o chefe actual dos orcs ser Azog e não Bolg. Até porque se estavam numa de inventar storylines, para mim, tinha funcionado muito melhor Azog ter morrido em Azanulbizar, como Tolkien escreveu, e aí a motivação de Bolg contra os Anões podia ser a vingança do pai. A motivação de Azog nunca a percebemos. Depois, no 2º filme, aparece-me o Bolg e eu pergunto-me: o que é que este está aqui a fazer? Desconfiei no fim do filme, na luta com o Legolas. O 3º filme veio confirmar: um vilão secundário para um herói secundário, tudo bem. Mas foi mais um desequilíbrio de "tempo de antena", o que me leva ao ponto seguinte.

- Legolas tinha que estar nestes filmes. Fazia sentido na história (filho de Thranduil, como não aparecer?) e fazia sentido no cinema, tendo sido o sucesso que foi no SdA. Mas mais uma vez peca por aparecer demasiado tempo e por mais outras coisas ainda, mas essas vêm ali na parte técnica. Cinema é uma arte, e como tal, as métricas têm uma pertinência relativa. Mas uma pelo menos devia existir: um duelo de personagens secundários ter obrigatoriamente menor duração do que um de protagonistas. E este face ao Thorin-Azog deve ter sido ela por ela. É ridículo e tira o foco ao filme.

No geral, a maior vítima destes desequilíbrios é, como já têm dito, o nosso Hobbit. E que perda tão grande: um actor tão perfeito!

Agora à parte mais técnica.

Imagem/efeitos especiais
Este é para mim também um ponto muito desconcertante destes filmes. E já explico o porquê do adjectivo.
O SdA foi um marco no cinema muito também graças a isso - efeitos especiais impressionantes, perfeitamente balanceados, às vezes tão perfeitos porque discretos.
Preparado que estava para outras "desgraças", a última coisa que esperava nestes filmes era falta de qualidade nisso. E vi-a algumas (não poucas) vezes. Se há conteúdos bons, excelentes até (Gollum, as Aranhas, Smaug, Smaug!), também os houve muito maus:
- Desde logo, os wargs. O PJ disse algures que não tinha ficado satisfeito com os do SdA e quis aproveitar estes filmes para os refazer (com a desculpa perfeita de estarmos noutra região da Terra Média). Para mim, saíram mal. Tenho dificuldade em definir porquê, mas parecem-me muito menos reais. Têm problemas de texturas e de movimentos, são muito menos convincentes. Para isto, mais valia terem ido buscar os modelos das Duas Torres.
- Algumas partes de vegetação. A entrada da Floresta Tenebrosa, por exemplo, quando abandonam os póneis. Tem conteúdos ao nível de jogo de computador dos anos 90. E depois outra vez na perseguição dos barris.
- O que é que se passou com os olhos do Legolas? E não conseguiam usar todo o poderio de efeitos especiais para fazê-lo parecer um pouco mais novo ou, pelo menos, mais magro? Os anos notam-se bem no rosto do actor, está mais robusto.
- Dol Guldur, efeitos fracos desde os edifícios aos Nazgûl. Também estes parecem imagens de jogo de PC. E porque é que o Rei Bruxo no 1º filme aparece com o design do SdA quando ataca o Radagast, e agora aparecem todos diferentes?
- Os exércitos neste filme. No SdA, com uma computação com menos 10 anos e alguns milhões de dólares conseguiram prodígios neste campo: Gerar exércitos de milhares, com movimentos e formas distintas, muito bem texturados. Chegamos aqui, os indivíduos de cada hoste parecem todos iguais, mexem-se mal, e têm texturas tão pobres. Os orcs ainda escapam, os elfos e os anões dos Montes de Ferro estão uma miséria. Isto para mim foi verdadeiramente chocante, era a última coisa que esperava da WETA. A única explicação que posso conceber é que tenham empenhado demasiados recursos a fazer o Smaug tão perfeito que descuraram esta parte. E sei que foi mesmo feita em pouco tempo: no dia em que fui ver a "versão de trabalho" para a legendagem, a impressão do filme era do dia 9 de Novembro, e os exércitos ainda estavam todos em polígonos.
 
Finalmente, mais um pecado, algo completamente escusado: As cores! Ainda nestes dias estive a rever o SdA e esses filmes têm um balanço de cores perfeito, é realista, convence! O Hobbit teve sempre as cores muito "puxadas", julgo que o termo técnico é saturadas. O verde do Shire, as cenas com fogo, os céus. Para mim foram más opções, perde-se realismo e, como tudo o que é demais, chega a enjoar.

Música
É boa, é competente. Outra coisa não seria de esperar. Mas raramente tem o epic feel, e nunca sobressai, coisa que acontecia tantas vezes no Senhor dos Anéis.

E, bem, fico-me por aqui. Tudo o resto que deixei de fora foi francamente bom: a edição, o elenco, o guarda-roupa.

Para um Tolkieniano, foi excelente regressar à Terra Média, um lugar tão querido no nosso imaginário visual exterior e interior. Mas porque somos criaturas sociais/colectivas, ao lidar com não-Tolkienianos, com o SdA tinha um certo orgulho na "propriedade" desse Mundo, com estes filmes, menos. Tenho até algumas dificuldade em recomendá-los.

Ainda assim, no geral, foram um 7/10.
"O mais sábio dos Maiar era Olórin. [...] A sua disposição levou-o muitas vezes à casa de Nienna e com ela aprendeu a compaixão e a paciência."

É verdade, mas não confiem demasiado! ",


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