(desculpem o double-post

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Não sei se já é hora pra isso, mas resolvi tomar um tempo para escrever um esboço da biografia do primeiro rei: Elros.
Elros Tar-Minyatur (Espuma de Estrelas)No ano de 495 da Primeira Era, seguindo a orientação que Ulmo lhe havia dado em Vinyamar, Tuor, filho de Huor, chega a Gondolin, o grande reino de Turgon. Nesta bela cidadela branca, Huor apaixona-se por Idril Celebrindal, filha de Turgon, e ela também apaixona-se por ele. Da união de Tuor e Idril, a segunda entre as Duas Famílias, nasce Eärendil, o Abençoado (503). Em 510, com Eärendil ainda pequeno, Gondolin é invadida por Morgoth e Tuor e Idril fogem para a região das Falas levando-o consigo.
Eärendil cresce, e aí mesmo nas Falas apaixona-se por Elwing, filha de Dior, filho de Lúthien e Beren, a primeira união entre as Duas Famílias, os Elfos e os Homens, e assim unem-se os dois ramos de meio-elfos. Da paixão entre Eärendil (que depois iria a Aman suplicar o perdão dos Valar) e Elwing (que se atiraria ao Mar) nascem dois filhos, Elrond e seu irmão Elros.
Após o fim da Guerra da Ira, os Valar concederam aos filhos de Eärendil, que eram meio-elfos, o direito de escolher entre a imortalidade dos Elfos e a mortalidade dos Homens, pelo poder que Ilúvatar os deu para resolver a questão dos meio-elfos. Os Valar também concederam aos Edain que haviam lutado ao lado dos Elfos e Valar uma ilha no meio de Belegaer, a terra mais ocidental do Mundo excetuando-se Aman. Elros escolheu permanecer na família dos Homens, e foi indicado pelos Valar para primeiro rei daquele novo reino dos Homens, Númenor, ou Elenna, “Na Direção da Estrela” (de Eärendil).
Sobre o ocorrido no tempo de reinado de Elros, muito pouco é falado. Elros, além de ter sido o primeiro rei de Númenor, também foi o que reinou por mais tempo, detendo o cetro por incríveis 411 anos. Isso se deve ao fato de que os Valar concederam uma vida mais longa aos Númenorianos, e, entre estes, a vida dos Reis era mais longa ainda. Elros foi o homem mais longevo de que se tem registro, tendo vivido exatos quinhentos anos em pleno vigor, até recusar à vida no ano de 422.
Isto, é claro, é apenas um rascunho inicial e estou aguardando as vossas opiniões.