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Iniciativas / Re: Desafio de conhecimento
« Última mensagem por Gwen em Fevereiro 19, 2018, 06:04:01 pm »
Foi Fëanor quem criou os silmarils, três gemas que pareciam ter aprisionadas as luzes misturadas das Duas Árvores, Laurelin e Telperion.

Se estiver correto, a pergunta é:
Reza a estória antiga que talvez um determinado facto tenha dado a Fëanor a ideia de aprisionar a luz das Duas Árvores. De que se trata?
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Iniciativas / Re: Desafio de conhecimento
« Última mensagem por Ysgrimir em Fevereiro 18, 2018, 03:12:52 pm »
P: Quantas Palantíri existiam, onde estavam e que destino tiveram.

R: Eram sete Palantíri e estavam guardadas em:
  • Cidade de Annuminas
  • Torre Elostirion em Emyn Beraid, Portos Cinzentos
  • Torre de Amun Sûl
  • Cidade de Osgiliath, Gondor
  • Torre de Minas Ithil
  • Torre de Minas Anor em Minas Tirith, Gondor
  • Torre de Orthanc em Nam Curunir, Isengard

O destino conhecido das sete pedras foram os seguintes:
  • O Palantír de Annuminas e o de Amun Sûl afundaram-se na Baía de Forochel com Arvedui em 1975 - 3ª Era, quando este tentava escapar para Mithlond do Rei-Bruxo de Angmar. Uma grande tempestada empurrou o barco para o gelo e até os marinheiros de Círdan se viram impotentes diante de tal fúria. Assim pereceu Arvedui, último Rei, e com ele os Planatíri ficaram afundados no mar.
  • O Palantír que se encontrava na torre de Emyn Beraid, nos Portos Cinzentos, era a única pedra que restava no Norte: estava guardada pelos Elfos e, embora nunca o tivessemos sabido, assim permaneceu até Círdan a meter no barco de Elrond, quando ele partiu da Terra Média. Mas consta que esta pedra era diferente das outras e em desarmonia com elas: só olhava para o mar. Elendil pô-la lá para poder olhar para trás e ver Eressëa, no Ocidente desaparecido, onde estava a pedra mestra.
  • O Palantír em Osgiliath, chamado o Palantír de Anárion, foi perdido na guerra civil em 1437 - 3ª Era - durante o reinado de Eldacar. A torre da Cúpula de Osgiliath foi destruída no cerco e no incêndio da cidade e o Palantíri perdeu-se nas águas.
  • O Palantír de Minas Ithil foi capturado por Sauron quando a cidade caíu sob o domínio dos Nazgûl (2002 da 3ª Era). A cidade passou então a chamar-se Minas Morgul. Este era o Palantír de Isildur e desapareceu quando Sauron e o seu reino foram destruídos na Guerra do Anel (em 3019 - 3ª Era). Pensa-se que pereceu nas ruínas de Barad-dûr.
  • O Palantír da torre de Minas Anor, em Minas Tirith, Gondor, permanecia em Rath Dínen, com Denethor II. Diz-se que, depois disso, qualquer Homem que olhasse para aquela pedra só veria duas mãos consumidas pelas chamas, a não ser que tivesse força de vontade suficiente para pensar noutra coisa.
  • O último Palantír, a pedra de Orthanc, foi para as mãos de Aragorn II e após a sua passagem, não é dito o que foi feito dele. Possivelmente passou para o seu filho Eldarion.

 :)

P: Quem criou os Silmarils e em que consistiu a sua criação?
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Notícias & Links / Re: Tolkien: Maker of Middle-earth
« Última mensagem por Gwen em Fevereiro 16, 2018, 12:54:29 pm »
 :blink: Promete mesmo!!  :wub:
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Notícias & Links / Tolkien: Maker of Middle-earth
« Última mensagem por Eru em Fevereiro 12, 2018, 03:02:03 pm »
Já há site para a GRANDE exposição sobre Tolkien, em Oxford, entre 1 de Junho e 28 de Outubro:

https://tolkien.bodleian.ox.ac.uk

Isto promete! :w00t2:
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O Senhor dos Anéis / Re: Introdução e Prólogo
« Última mensagem por Eru em Fevereiro 09, 2018, 01:30:39 pm »
De facto, esta questão levantada pelo nosso amigo Ysgrimir é de grande relevância. Este tópico é bastante abordado neste documentário, que certamente muitos de vocês já viram:
https://www.youtube.com/watch?v=HkmNHP58OhU

Sim, esse é o documentário feito por altura do centenário do seu nascimento: "J.R.R.T.: A Film Portrait of J.R.R. Tolkien".
É provavelmente o melhor documentário sobre o Mestre! ;)
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O Senhor dos Anéis / Re: Introdução e Prólogo
« Última mensagem por goncalopalmeira em Fevereiro 08, 2018, 05:19:28 pm »
Tenho também que pedir desculpa pelo atraso (li até ao Capítulo IV sem escrever nada) :unsure:
Tenho ainda, que partilhar convosco o fascínio pela forma como Tolkien se refere à sua obra, como uma narração de uma realidade do passado que ele conhece através das "fontes" que lhe chegam.
Penso que o mais importante a retirar da Introdução é de facto o esclarecimento que o mestre faz ao salientar que a obra dele não é nenhuma alegoria, não contém qualquer significado oculto ou mensagem, apesar de ter sido escrita num período muito conturbado da história. A obra do mestre é resultado da mente de um dos mais brilhantes (para o nós o mais brilhante  ^_^ ) contadores de estórias que o mundo conheceu. A obra de Tolkien reflecte apenas a necessidade que este tinha em partilhar o mundo e mitologia que criou. Apesar disto, o SdA não deixa de levantar algumas temáticas que reflectem alguns aspectos da forma como Tolkien via o mundo e que passaram inevitavelmente para a sua obra. Acho que seria interessante irmos identificando e evocando essas temáticas ao longo da leitura.


Em relação às suas inspirações gostaria de deixar aqui alguns links. Provavelmente alguns deles já devem ter lido. Não dizem respeito às suas inspirações enquanto eventos, mas sítios que poderão ter inspirado o Professor na criação de certos lugares da Terra-Média.

Inspiração para Mordor:


Inspirações para a vida Hobittiana e outras localizações:



De facto, esta questão levantada pelo nosso amigo Ysgrimir é de grande relevância. Este tópico é bastante abordado neste documentário, que certamente muitos de vocês já viram:
https://www.youtube.com/watch?v=HkmNHP58OhU

As grandes temáticas que me vêm à cabeça quando penso no SdA são:
1) A oposição da vida calma e tranquila do mundo rural, personificado pelos hobbits, com o mundo que "escurece", o mundo das máquinas e dos perigos que ameaça a pureza e tranquilidade do mundo rural;
2) A dualidade entre o bem e o mal. A ameaça das trevas que se vão alargando pelo mundo, prontas para destruir tudo o que é belo e puro e as forças do bem que se levantam para lhe fazer frente, apesar das hipóteses parecerem sempre bastante desfavoráveis;
3) A dualidade entre a força e vontade de fazer frente às trevas em oposição ao desespero e à perda de fé. Como vemos na oposição entre Gandalf e Denethor aquando o cerco de Minas de Tirith.
4) O papel que os "pequenos" desempenham e acaba por mudar os destinos do mundo, que nem sempre está nas mãos dos "grandes" e sábio e como estes são permeáveis ao falhanço.
5) Esperança num futuro melhor e no triunfo do bem face às trevas, mesmo parecendo que estas são indestrutíveis.   

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O Senhor dos Anéis / Re: Liv. 1 - Cap. I - Uma Festa Muito Esperada
« Última mensagem por Gwen em Fevereiro 07, 2018, 01:40:59 pm »
Excelente apresentação Ysgrimir  :clap:

E excelentes questões!  :blink: Na verdade o facto de Bilbo e Frodo fazerem anos no mesmo dia é uma coincidência, ou como diria o Gandalf, um "estranho acaso" pois assim torna mais fácil a Bilbo dar o Anel a Frodo. Já não me lembrava desta referência que Bilbo faz, do facto de dar muitos presentes acaba por também tornar mais fácil o ato de o dar. Mas é evidente que entre Bilbo e Gandalf já estava tudo combinado, ou seja, já há algum tempo que Gandalf tentava que Bilbo desistisse do Anel de sua livre vontade. Acredito que Gandalf nem nunca lhe passou pela cabeça que aquele pudesse ser o Um, ou nunca teria permitido que Bilbo o conservasse tanto tempo. Mas o facto de Bilbo lhe ter mentido no início, de manter a mesma aparência ao longos dos anos, isso deve tê-lo alertado para a importância de Bilbo "abdicar dele", que aquele anel mágico não devia ser "inteiramente bom" ou puro, como o Narya por exemplo, que ele próprio detinha. Apesar de também aqui, Gandalf ter de dar "um empurrãozinho" a Bilbo, desta vez não para sair de casa mas para abdicar do seu anel mágico, faz-nos pensar na importância do nosso querido Hobbit desistir dele de livre vontade, respeitando o seu livre-arbítrio.

Passar o Anel de Bilbo para Frodo, seria também uma preocupação para Gandalf, mas o mais importante era Bilbo conseguir "ainda" desistir dele. Gandalf lidaria depois com Frodo, e talvez até nem deixasse passar tanto tempo até procurar que também ele desistisse do Anel. O facto de Bilbo ter mentido no início, de ter de insistir bastante para lhe "arrancar" a verdade, de entretanto ter conhecido Gollum, deve ter feito Gandalf pensar que o Anel estava de alguma forma maculado, mas penso que só mesmo esta última reação de Bilbo, levou Gandalf a pensar que aquele Anel podia ser algo mais do que só um simples anel mágico, levando-o a procurar mais informações.  :hmm:

É engraçado que os Hobbits podem dar e receber presentes no seu aniversário... Gollum considerou o Um o "seu presente" pois era o seu aniversário, Frodo recebeu-o também no dia em que atingiu a maioridade e Bilbo abdicou dele, dando-o como uma prenda, no dia do seu aniversário...  :wacko:  :P
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O Senhor dos Anéis / Re: Liv. 1 - Cap. I - Uma Festa Muito Esperada
« Última mensagem por Eru em Fevereiro 05, 2018, 01:03:46 pm »
Excelente post Ysg'! :D E que bom pontapé de saída! :thumbup:

Este primeiro capítulo é fantástico. Dá-nos uma boa contextualização para fazermos a ponte entre o que aconteceu entre o fim d'O Hobbit e agora.
No entanto, dispensa a leitura do primeiro livro - qualquer pessoa pode começar simplesmente por aqui :yes:

Citar
O que significa que o Anel foi uma espécie de presente de aniversário duplo - dado por Bilbo como um mathom para o seu próprio aniversário, e dado a Frodo como um presente de aniversário normal, no seu dia de anos. Aprendemos também n'O Hobbit que o Anel era um presente de aniversário para Gollum, que agora se tornou novamente um presente. Tal como diz Bilbo a Gandalf depois da festa: "No fim de contas, o objectivo desta festa era, realmente, esse: dar montes de prendas de aniversário e, de certo modo, tornar mais fácil o acto de o dar também (o Anel a Frodo), ao mesmo tempo".
É uma interessante perspectiva. E acho que nada disto é por acaso... :P Lá está, a versão do próprio Sméagol, quando o seu primo descobriu o anel, é que o queria como presente. Tudo se completa!

Citar
Porque razão acham que Tolkien dá a Bilbo e o Frodo o mesmo aniversário? Acham que ele queria que representasse apenas uma coincidência ou algo como uma presságio, um sinal?
É sobretudo uma ligação, uma continuidade entre as duas personagens. Não vejo nisso outra coisa.

Quanto aos Hobbits, realmente têm uma visão muito simples (e "simplória") da vida - a interrupção do discurso de Bilbo é disso exemplo, tal como a má-vontade por este o continuar! :lol:

Quanto a Gandalf, este supeitava que o Anel não seria apenas um entre outros. A reacção de Bilbo é que o fez desconfiar...
Tenho ideia de que um dos textos dos Contos menciona essa desconfiança. Vou dar uma vista de olhos :D
E penso que fez bem em deixar o Anel com Frodo - sempre passou mais despercebido. Imaginemos que o teria levado - poderia sucumbir ao seu poder ou ser imediatamente retirado por Saruman, quando lho apresentasse...

Deixo aqui uma sugestão de música: o pequeno excerto que Bilbo canta, quando está a sair - que é depois ampliado por Frodo uns capítulos adiantes - foi musicado pelos Tolkien Ensemble. Aqui fica!
Já ouvi tantas vezes estes cds que já não consigo ler estes poemas sem cantar estas melodias :laugh:
https://www.youtube.com/watch?v=U7bIUx_rjYw
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O Senhor dos Anéis / Re: Introdução e Prólogo
« Última mensagem por Gwen em Fevereiro 05, 2018, 01:02:43 pm »
 :blush: Já estou atrasada mas entre alguns problemas com o computador que finalmente estão resolvidos e o tempo que nunca chega para tudo, vou tentar acompanhar a leitura.

Citar
É interessante como Tolkien se assume como narradar de uma verdadeira História - servindo apenas como intermediário, retirando os dados do Livro Vermelho (um tipo de discurso que estava também presente na Introdução da 1ª edição mas que foi removido pelo próprio  :hmm: ).

Para mim isto é muito mais apaixonante do que isto, Tolkien faz-me mesmo acreditar neste mundo, senti-lo no meu coração como real, uma lembrança pela qual anelo, tal como os Istari anelavam por Valinor! Ele assume-se de facto como um narrador, um compilador de lendas desse mundo, que também é o nosso, e não só ao compilar as estórias do Livro Vermelho, ele foi muito mais longe do que isso. Temos a estória de Eriol, o marinheiro que descobriu Tol Eressëa e que ficou lá por uns tempos, ficando a conhecer as lendas dos Eldar e dos pais dos Homens, contando-as depois no Livro Dourado de Tavrobel. Tolkien vai "apanhando" e compilando estas coisas como se não tivesse quase nada a ver com o assunto  :lol: e isso encanta-me mais do que consigo exprimir por palavras  :wub: E temos também as recordações das crianças, que conseguem "viajar" em sonhos até Tol Eressëa, como nos conta o poema da Pequena Casa da Brincadeira Perdida.

Eu ADORO este Homem  :wub:

E agora tenho de começar a ler o Capítulo I e tentar acompanhar a leitura  :blush:

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O Senhor dos Anéis / Re: Cap. I - Uma Festa Muito Esperada
« Última mensagem por Ysgrimir em Fevereiro 05, 2018, 01:43:30 am »
É a minha primeira vez neste tipo de actividades, espero corresponder àquilo que já foi feito outrora. Deixo algumas perguntas ao longo da minha análise para que possa servir como uma linha condutora da discussão. Sei que algumas são demasiado óbvias, mas tentei analisar o capítulo do ponto de vista de alguém que nunca tivesse lido os livros!  ;)
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